
Segundo o jornal «20 minutos», o erro foi rapidamente detectado pelos internautas e a empresa recebeu cerca de 140 mil pedidos em menos de oito horas, tempo que o erro passou despercebido à empresa.
A Oficina de Protecção dos Consumidores da Tailândia deu razão aos consumidores e obrigou a Dell a entregar os monitores ao preço anunciado. Caso a companhia decida desobedecer ao requerimento a associação ameaça levá-la a tribunal por violação da legislação estatal de comércio justo.
Por seu lado, a Dell emitiu um comunicado pedindo desculpas aos clientes, assegurando que os compensara pelo erro, sem adiantar como o fará.
Fonte: PeopleWare
Não sei se será o caso de muitos de vós mas eu ainda sou do tempo em que o mercado dos leitores de música portáteis era dominado pela Sony com o seu revolucionário (na altura) Walkman. Perdi muitas horas a carregar pilhas e a gravar cassetes para ter as minhas preferidas sempre comigo.
Foi por isso com um sorriso que tomei conhecimento da espécie de experiência realizada por Scott Campbell, rapaz de 13 anos, que se viu de um dia para o outro com um Walkman nas mãos, oferecido pelo pai (que lhe indicou que esse era o “iPod da época”). E o que achou o menino Scott da experiência?
- Quando o utilizava e andava na rua ou entrava em lojas, havia sempre olhares estranhos, uma mistura de surpresa e curiosidade que me deixavam um pouco embaraçado
- Demorei três dias a perceber que as cassetes tinham outra face. Mas não foi o único erro ingénuo que cometi: pensei erradamente que o interruptor Metal/Normal era uma espécie de equalizador especial mas mais tarde descobri que era apenas um interruptor para escolher o tipo de banda da cassete
- Consegui criar um modo aleatório simplesmente carregando no botão de rebobinar e libertando-o aleatoriamente – eficaz, apesar de um pouco trabalhoso
- Em reprodução, é claramente evidente que o som reproduzido é bem diferente de um leitor MP3, principalmente devido ao ruído de fundo e ao barulho de funcionamento do próprio Walkman
Conclusões muito interessantes, não acham? Parece que foi ontem mas de facto olhar para estes equipamentos hoje em dia parece que estamos a olhar para material produzido há muitas dezenas de anos… E vocês? Ainda se lembram de utilizar um Walkman? Saudades?
Fonte: Revolução Digital
Um corrector londrino decidiu colocar a sua vida de milionário à venda na Internet. Para se candidatar basta ter 23 euros, mais de 18 anos e muita perspicácia e sorte.
Andrew Paul, depois de se divorciar da sua mulher, decidiu colocar à venda todos os seus bens materiais. O inglês quer desfazer-se das posses que lhe fazem lembrar o casamento de cinco anos.
No património está incluído uma casa com cinco quartos, uma sala de cinema e outra de jogos. A casa encontra-se no condado de Kent e está avaliada em 1,3 milhões de euros. Um carro Aston Martin no valor de 188 mil euros e um barco Sealine de 235 mil euros também fazem parte do pacote.
Além destes simpáticos brinquedos , acresce ainda um prémio de 100 mil euros para que o vencedor não se preocupe com as legalizações e seguros dos bens.
No site www.winanewlife.com os candidatos terão de descobrir o local onde a bola de golfe irá cair. Quem ficar mais próximo, ou acertar nas coordenadas, vence o pacote luxuoso disponibilizado pelo milionário.
In: Peopleware
A intenção é relançar o portal como um espaço de downloads legais. Os torrents desaparecem. Se, com essa alteração de fundo, os mil milhões de visitas por mês se mantêm é o que falta saber. Uma coisa parece consensual, estando a ser defendida um pouco por toda a rede: o Pirate Bay é uma marca que vale muito mais dinheiro.
Os antigos administradores do site não parecem preocupados e também já o fizeram saber através do seu blogue. Vão dedicar-se ao activismo, em prol da liberdade na Internet. É esta a evolução natural de um espaço como Pirate Bay, defendem, e olham para os 7 por cento de votos obtidos pelo Partido Pirata Sueco nas eleições europeias (um assento parlamentar).
Recorde-se que Gottfrid Svartholm Warg, Peter Sunde, Fredrik Neij e Carl Lundstrom, que detinham o Pirate Bay foram condenados a um ano de prisão cada e a pagar 2,7 milhões de euros de indemnização às editoras discográficas e estúdios de cinema. A decisão foi tomada por um tribunal de primeira instância e está agora a ser alvo de recurso.
In: CSTools.net
O voo 626 da companhia aérea nacional do Iémen, segundo avança a CNN, deveria demorar cerca de quatro horas e meia, para aterrar na capital do arquipélago das Comores, Moroni, que fica entre Moçambique e Madagáscar. São 2.900 quilómetros de viagem (ver mapa).
Trata-se de um Airbus A310-300, passando a ser o segundo acidente de um aparelho desta companhia este mês, depois do acidente que terá vitimado 228 pessoas entre o Rio de Janeiro e Paris. Ainda não existe qualquer explicação para desastre, nem certezas sobre o destino as pessoas a bordo – 142 passageiros e 11 tripulantes.
Encontrado um sobrevivente do avião despenhado no Índico
Foi resgatada uma pessoa com vida dos destroços do Airbus A310 da Yemenia Airlines, que se despenhou na madrugada de terça-feira ao largo das ilhas Comoros, no Oceano Índico.
Segundo avança a Sky News, o sobrevivente foi encontrado pelos aviões militares e pelo barco franceses envolvidos nas buscas, que localizaram o local onde caiu o aparelho e já começaram a recuperar os corpos das vítimas. O tempo e o mar, no entanto, não estão favoráveis ao processo.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da República Federal Islâmica das Comores confirmou que a bordo seguiam 142 passageiros e 11 tripulantes, num total de 153 pessoas. A primeira hipótese avançada para os acontecimentos prendem-se com a abordagem do avião a preparar a aterragem.
França volta a ter em mãos um acidente com dezenas de mortos franceses – 66 neste caso –, depois da queda do avião da Air France no Atlântico, no início do mês.
Fonte: CSTools.net
Um grupo de investigadores da Swinburne University of Technology, da Austrália, publicou recentemente na revista Nature um novo método de gravação óptica com o que conseguem guardar até 1,6 terabytes (1 terabyte são 1024 gigabytes) num disco com o mesmo tamanho que os actuais DVD. Os investigadores que desenvolveram o sistema chamam-lhe gravação óptica em 5 dimensões, e utilizam para a gravação partículas nanométricas de ouro, aproveitando as especiais propriedades luminosas deste metal.
A ideia é utilizar, para além das 2 dimensões do espaço dos DVD actuais, também outras 3 dimensões: A espectral, ou das cores, a polarização, e a terceira dimensão do espaço, utilizando 10 camadas de nano-partículas para gravar nelas.
Assim, utilizam diferentes comprimentos de onda (que correspondem a diferentes cores) para gravar diferente informação na mesma localização (ou seja, no mesmo ponto, poderia haver uma informação em azul e outra em verde, por exemplo). Ainda, como a quantidade de luz laser absorvida por uma nano-partícula depende da polarização, poderiam guardar também diferentes informações no mesmo ponto dependendo do ângulo de incidência do raio laser nesse ponto.

O que se faz agora, com os actuais DVD, é guardar num ponto a informação de uma só cor (um comprimento de onda).
Segundo estes investigadores, já se tinham feito avanços tanto em luz polarizada como em diferentes cores (comprimentos de onda), mas esta é a primeira vez que se integra tudo numa única solução, conseguindo assim uma densidade de dados muito superior.
Neste momento estão a utilizar um disco composto por 10 finas camadas de material gravável, obtendo assim a capacidade indicada (que corresponde a mais de 300 DVD). Mas pensam que poderia reduzir-se a espessura das camadas (e portanto utilizar mais camadas no disco), e também utilizar mais ângulos de polarização diferentes (neste momento utilizam 2 ângulos), fazendo assim que a capacidade dos discos alcançasse os 10 terabytes ou mais.
Ainda, como indica James Chon, um dos autores, O sistema óptico para gravar e ler os discos 5-D é muito semelhante ao actual sistema de DVD, e acrescenta que isto simplifica a sua produção e comercialização a escala industrial, ao contrário do que acontece com outro tipo de aproximações, como os que utilizam métodos holográficos.

Superfície de um DVD actual: Os dados gravam-se em "2D"
Neste momento, encontram-se já a trabalhar com a Samsung no desenvolvimento de uma unidade que grave e leia num disco do tamanho de um DVD. Segundo Chon, o custe de um disco seria inferior a 4 cêntimos de euro, mas existe a possibilidade de fazer as placas de partículas de prata, o que implicaria uma redução do preço a um centésimo do assinalado.
Isso sim, por enquanto, o equipamento necessário para a gravação seria caro. Mas isso já aconteceu com outros sistemas, como recentemente com o blu-ray, no que alguns pensavam que seria demasiado caro, mas acabou por ser desenvolvido.
A nova oferta tira partido da tecnologia HSPA+ 64QAM, que a Vodafone vinha testando desde Fevereiro deste ano, testes que outros operadores móveis também anunciaram no início do ano.
Ter acesso à nova categoria móvel de débito implica a compra de um novo suporte para ligar ao PC (Vodafone Connect Pen), que a empresa comercializa por 129,9 euros. A mensalidade associada ao pacote pós-pago, em que a solução de HSPA+ é comercializada, é de 49,9 euros.
Para já a oferta estará disponível apenas na zona de Lisboa. Ao resto do país irá chegar de forma gradual.
In: TeK
A Samsung ganhou uma acção na International Trade Comission (ITC) contra a Sharp depois de ter alegado que esta infringia uma patente por si registada, uma deliberação que pode levar à exclusão de produtos da Sharp do mercado norte-americano.
A decisão de retirada dos produtos ou não caberá agora ao presidente do ITC, refere o Jornal de Negócios, que cita a Bloomberg, decisão da qual a Sharp poderá recorrer em tribunal.
A nota publicada no site da ITC recomenda a retirada do mercado dos produtos Sharp que infringem a patente da Samsung o que, segundo a queixa apresentada, acontece em vários modelos da linha de televisores Aquos.
In: TeK
O cantor norte-americano recebeu reanimação cardio-respiratória no local antes de ser transportado para um hospital de Los Angeles, na Califórnia, ao início da tarde.
Morreu aos 50 anos depois de uma vida atribulada. Fica para a história todo o seu sucesso musical, os êxitos estrondosos em 30 anos de carreira.

Muitas vezes surgem os chamados negócios da China, que são preços, esses então, muito muito abaixo do preço do mercado, mesmo para um carro que venha da Alemanha ou doutro país europeu.
É o caso de um Audi Q7 de 2006, que está a ser vendido por 21.000 euros. A preços do mercado vale três vezes mais. Um Audi Q7 por aquele preço parecia um achado: um modelo recente com poucos quilómetros, inúmeras opções e, sobretudo, matrícula portuguesa. Houve quem fosse enganado e ficasse sem o dinheiro.
Jogador enganado
O Audi Q em causa pertence à firma Pólo de Atracção Unipessoal, em Perosinho. É a morada do futebolista Ricardo Costa, que jogou no F.C. Porto e integrou a Selecção nacional.
«Quis vender um Audi Q7, meti-o num stand virtual na internet por um valor, na altura foi por 60.000 euros. Tentei vender o carro, apareceu mil e uma pessoas para querer saber, ter dados do carro, queria comprar, se valia melhor preço, não valia e… num desses emails, uma pessoa entra em contacto comigo, pediu-me os dados do carro, se o carro era nacional, se era estrangeiro e normalmente nessas situações nós devemos facultar todos os pedidos. Então nessa situação eu mandei a minha esposa imprimir os papéis do carro, é um carro importado, e prontos, essas pessoas, pela malícia, por serem más pessoas, tentaram vender o carro a outras pessoas», conta o jogador do Wolfsburgo, da Alemanha.
Ricardo Costa enviou aos vigaristas cópias do livrete do carro e dos documentos pessoais. O burlão que se faz passar por Ricardo Moreira, juntamente com o britânico Martin Bennet, foram apontados pela Polícia Judiciária. A rede é composta por estrangeiros.
A burla continua
Os repórteres da TVI tentaram comprar o carro registado em nome da firma de Ricardo Costa, que alegadamente estaria em Inglaterra, mas afinal está em Vila Nova de Gaia. Utilizaram o SLANDO, um site de «anúncios grátis de veículos em Portugal».
Os burlões voltaram a pedir 21 mil euros pelo carro e, perante o pedido de garantias, enviaram um passaporte falso em nome de Francisco Ribeiro. Também se faz passar por Ricardo Moreira e Paulo Morales, por exemplo. Apesar dos nomes e das mensagens em Português os vigaristas são britânicos.
«Normalmente, estas pessoas utilizam tradutores automáticos na internet e nós vemos erros muito básicos de Português nas mensagens. Isto é logo um sinal de que alguma coisa ali está mal, porque eles muitas vezes assumem a identidade de um português», conta Rui Nunes, coordenador do crime informático da PJ do Porto.
Foi enviado um pedido de transferência de 2.600 euros através da Western Union e uma guia de uma transportadora de Manchester, que não existe. A morada é a de um parque de estacionamento… O Audi Q 7 não está lá, nem se encontra sequer no Reino Unido. Está em Vila Nova de Gaia.
Os repórteres não pagaram e não pediram mais nada, porque certamente perceberam que o esquema não convenceu.In: TVI24
Via: Peopleware
O tráfego gerado é transferido ao longo de várias ligações cifradas entre os nós até ao destino final. Os nós intermediários apenas comunicam aos nós vizinhos que estão a fazer parte de uma ligação sem saberem o que está a ser transferido.
O processo de download é igual ao do BitTorrent, os ficheiros são divididos em partes e essas partes são depois localizadas na rede.
Quanto ao rácio dos nós é adicionado ao upload a quantidade de tráfego retransmitida pela rede. De resto é semelhante ao do BitTorrent.
As comunicações entre nós, bem como a comunicação entre nós e “Trackers” são cifradas.
Quando um cliente comunica pela primeira vez com um “Tracker” é lhe atribuído um numero de vizinhos pelos quais irá comunicar. A cada nó nesta pequena rede é atribuído um pseudónimo relativo, ou seja, nenhum vizinho tem um pseudónimo igual. A partir destes pseudónimos é formada uma rede inicial para comunicação.

O “Tracking code” é partido e cada parte é cifrada ( E (x) ) com a chave pública de cada cliente de maneira a que cada cliente saiba apenas qual o nó seguinte a quem vai enviar a informação, não sabendo portanto o caminho todo.
Função enviada pelo “tracker” relativa ao caminho para download: E_a(0 . E_b(3 . E_c(2 . E_d(m))))

Pré-requisitos de Instalação:
Windows:
Win32 OpenSSL v0.9.8k Light
Linux:
o Python
o OpenSSL
o M2crypto
(Disponíveis no gestor de pacotes)
Licença: GNU
Sistemas Operativos: Windows / Linux
Download: Anomos 0.5.1-beta [14.30MB] [Windows]
Download: Anomos 0.5.1-beta [770 KB] [Linux]
Homepage: Anomos
Via: CSTools.net











